Érica, no entanto, não aceitou fazer a troca porque disse que pretende registrar um Boletim de Ocorrência (BO) sobre o fato e, para isso, precisa da garrafa como prova. "Pretendo levar o caso à Justiça e, por isso, não pude devolver o recipiente", afirmou ela.
A Femsa - Brasil, que administra a Coca-Cola, confirmou que um funcionário foi à residência de Érica e que houve a recusa.