Os universitários da USP de São Carlos que ficaram pelados e hostilizaram cerca de 40 integrantes de um grupo feminista que protestava contra a realização de um desfile de calouras, conhecido como “Miss Bixete”, em uma festa dentro do campus, em fevereiro, fizeram um acordo com o Ministério Público paulista e deverão prestar 30 horas de serviços comunitários para evitar um processo criminal.
A audiência com os dois estudantes que ficaram pelados e outro que simulou sexo com uma boneca inflável ocorreu na quarta-feira (3). Segundo o promotor Marcelo Mizuno, que acompanha o caso, os universitários aceitaram cumprir pena por ato obsceno com a prestação de serviços à comunidade. “Eles serão encaminhados a Central de Penas e Medidas Alternativas, que definirá o tipo de trabalho que deverão fazer, mas deve envolver trabalho em entidades filantrópicas ou hospitais”, disse o promotor.