O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, pastor Marco Feliciano (PSD-SP), envolveu-se em uma nova polêmica na semana passada em um voo da Azul Linhas Aéreas, que saiu de Brasília quinta-feira (8) para Belo Horizonte/MG. Conhecido pelas posições consideradas racistas e homofóbicas, o evangélico denunciou à PF (Polícia Federal) na última terça-feira jovens que estavam no avião por supostas agressões.
Em ofício enviado à PF, Feliciano disse que foi ofendido por rapazes "com trejeitos aparentes de homossexuais" e pediu a abertura de um inquérito.
“Fui atacado por um grupo de rapazes que se portavam de forma deseducada e com trejeitos aparentes de homossexuais, com ataques a minha pessoa, inclusive, com contato físico me tocando, causando danos a minha pessoa, perturbando meu sossego. Ações desse tipo, em reação a minha atuação parlamentar, causam um grande mal à democracia em nosso País, e servem de mal exemplo para os jovens", afirmou o parlamentar no documento.
Após o incidente, Feliciano postou em sua conta no microblog Twitter que o grupo cantou a música Robocop Gay, da banda Mamonas Assassinas. Um assessor dele, que o acompanhava no voo, deu detalhes sobre o que considerou uma "falta de vergonha". Com informações do Terra