Com a consultoria dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), a presidente Dilma Rousseff indicou neste sábado (17) o subprocurador-geral Rodrigo Janot como novo procurador-geral da República. Na quinta-feira (15), Roberto Gurgel deixou o posto que ocupava há quatro anos.
De acordo com nota emitida pela presidência, Dilma "considera que Janot reúne todos os requisitos para chefiar o Ministério Público com independência, transparência e apego à Constituição".
Janot foi o candidato mais votado em uma eleição promovida pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), que enviou ofício com os três mais votados a Dilma, a quem coube a escolha. Também faziam parte da lista as subprocuradoras Ela Wiecko e Deborah Duprat. Apesar de não ser uma obrigação, é praxe que o presidente indique o nome mais votado da lista.