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Estado de São Paulo pagará até 17,7 mil para médicos que optarem trabalhar na periferia

07 de abril 2014 - 17h58 Por Redação Douranews
Estado de São Paulo pagará até 17,7 mil para médicos que optarem trabalhar na periferia

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin anunciou, na manhã desta segunda-feira, que o Estado irá pagar até R$ 17,7 mil a médicos que optarem por trabalhar na periferia paulista, como em hospitais estaduais em Taipas, Guaianases, São Mateus e Ferraz de Vasconcelos. De acordo com Alckmin, a ação já passa a valer imediatamente. Além disso, haverá bônus também aos profissionais que tiverem mestrado, doutorado e pós doutorado.

“Estamos promulgando essa lei que é um grande avanço para a carreira do medico em São Paulo. E o maior beneficiário é a população, que será atendida por bons médicos, bem formados, bem remunerados e com uma gratificação de acordo com a localidade do hospital ou do serviço médico”, disse o governador, em evento no Palácio dos Bandeirantes.

Conforme o site Terra, o aumento foi aprovado pela Assembleia Legislativa e foi sancionado nesta segunda-feira. De acordo com o governo do Estado, as alterações na lei garantem um bônus, que varia de R$ 1330 a R$ 1957,50, aos profissionais que possuírem mestrado, doutorado e pós-doutorado.

A lei estabelece três classes: médico I, com até 10 anos de serviço público, médico II, de 10 a 20 anos, e médico III, acima de 20 anos. O valor da remuneração de até R$ 17,7 mil será para o profissional de nível III com carga horária semanal de 40 horas que receba o teto do Prêmio de Produtividade Médica, além de outras gratificações, trabalhe em unidades de saúde periféricas e tenha o título de pós-doutorado.

 “Ele vai ser enquadrado inicialmente de acordo com o tempo de serviço. Depois você tem uma gratificação por localidade. A Secretaria de Saúde identifica o hospital de São Matheus, Guaianases, verifica os hospitais que se tem mais dificuldades de médicos em razão da localização e esses passam a receber pela localidade, não por exame”, disse Alckmin.

O governador afirmou acreditar que o incentivo fará diferença na periferia de São Paulo. “Entendo que vai ser suficiente. Os 30% fazem diferença. Acho que quanto mais médico melhor”, disse.

O prêmio por produtividade será pago conforme avaliação e será computado para cálculo de férias e décimo-terceiro salário. Esses novos valores valem para os profissionais que já atuam nos hospitais estaduais e para quem entrar nas unidades por meio de novos concursos.

Alckmin anunciou ainda o aumento de 600 vagas na residência médica. “Isso significa em três anos 1800 vagas a mais. Precisamos de médicos bem formados. Nosso desafio é residência médica, falta vaga. É fundamental ter a residência médica para garantir segurança, qualificação, para ter profissionais bem treinados. E o salário, se você pagar salário bom, vai ter médico”, completou.

Guaianases, São Mateus e Ferraz de Vasconcelos. De acordo com Alckmin, a ação já passa a valer imediatamente. Além disso, haverá bônus também aos profissionais que tiverem mestrado, doutorado e pós doutorado.

“Estamos promulgando essa lei que é um grande avanço para a carreira do medico em São Paulo. E o maior beneficiário é a população, que será atendida por bons médicos, bem formados, bem remunerados e com uma gratificação de acordo com a localidade do hospital ou do serviço médico”, disse o governador, em evento no Palácio dos Bandeirantes.

O aumento foi aprovado pela Assembleia Legislativa e foi sancionado nesta segunda-feira. De acordo com o governo do Estado, as alterações na lei garantem um bônus, que varia de R$ 1330 a R$ 1957,50, aos profissionais que possuírem mestrado, doutorado e pós-doutorado.

A lei estabelece três classes: médico I, com até 10 anos de serviço público, médico II, de 10 a 20 anos, e médico III, acima de 20 anos. O valor da remuneração de até R$ 17,7 mil será para o profissional de nível III com carga horária semanal de 40 horas que receba o teto do Prêmio de Produtividade Médica, além de outras gratificações, trabalhe em unidades de saúde periféricas e tenha o título de pós-doutorado.

“Ele vai ser enquadrado inicialmente de acordo com o tempo de serviço. Depois você tem uma gratificação por localidade. A Secretaria de Saúde identifica o hospital de São Matheus, Guaianases, verifica os hospitais que se tem mais dificuldades de médicos em razão da localização e esses passam a receber pela localidade, não por exame”, disse Alckmin.

O governador afirmou acreditar que o incentivo fará diferença na periferia de São Paulo. “Entendo que vai ser suficiente. Os 30% fazem diferença. Acho que quanto mais médico melhor”, disse.

O prêmio por produtividade será pago conforme avaliação e será computado para cálculo de férias e décimo-terceiro salário. Esses novos valores valem para os profissionais que já atuam nos hospitais estaduais e para quem entrar nas unidades por meio de novos concursos.

Alckmin anunciou ainda o aumento de 600 vagas na residência médica. “Isso significa em três anos 1800 vagas a mais. Precisamos de médicos bem formados. Nosso desafio é residência médica, falta vaga. É fundamental ter a residência médica para garantir segurança, qualificação, para ter profissionais bem treinados. E o salário, se você pagar salário bom, vai ter médico”, completou.