Alexandre de Moraes e Flávio Dino já emitiram votos — STF/Rosinei Coutinho/Gustavo Moreno
O ministro Luiz Fux reabre, nesta quarta-feira (10), a sessão de julgamento da Ação Penal 2668, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados, do chamado 'Nucleo Crucial', são apontados como principais articuladores da chamada 'trama golpista', do dia 8 de janeiro de 2023.
Nesta terça-feira (9), os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, deram os primeiros dois votos para condenar o ex-presidente e os outros sete réus por tentativa de golpe e abolição do estado democrático de Direito.
Além de Fux, faltam votar, ainda, os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside as sessões da Primeira Turma do STF. Se condenado, Bolsonaro pode chegar a 40 anos de prisão, dependendo das variáveis da dosimetria a ser aplicada por cada um dos ministros julgadores.
Até agora, apenas Fux tem apresentado divergências pontuais em relação ao posicionamento geral formado na Corte, o que não significa que ele também não irá se manifestar pela punibilidade dos réus.