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Fla e Vasco fazem a decisão mais 'nervosa' dos regionais hoje

13 de abril 2014 - 15h14 Por Redação Douranews
Fla e Vasco fazem a decisão mais 'nervosa' dos regionais hoje

A carga dramática de um jogo decisivo cresce a cada frase, momento e dia que se aproxima o apito inicial. Derrotas, vitórias, provocações fazem parte desse cenário típico, especialmente quando Flamengo e Vasco se enfrentam. Neste domingo (13), às 16 horas (de Brasília), no Maracanã, os dois times se encontram para o segundo jogo da decisão do Campeonato Carioca cercados de expectativas e com promessas de consequências diante do resultado que se seguirá. É a possibilidade do 33º título rubro-negro, enquanto os cruz-maltinos correm atrás da 23ª taça.

Veja o roteiro das decisões pelo País

O Fla entra com a vantagem de empatar o jogo por ter tido melhor campanha na Taça Guanabara e o primeiro encontro, há uma semana, ter ficado no 1 a 1. Desta vez, o time coloca em jogo a rotina de vencer o adversário em decisões, principalmente no estadual. A última vez em que foi vice-campeão perdendo para o Vasco no jogo que decidiu o estadual foi em 1988, com um gol de Cocada. De lá para cá, os troféus de 1996, 1999, 2000, 2001 e 2004 foram para a Gávea.

Para aumentar a carga de drama do lado do Rubro-Negro, o time carrega para o jogo a derrota por 3 a 2 para o León, no Maracanã, que acarretou na eliminação da fase de grupos da Taça Libertadores. Perder para o Vasco e acabar com um estigma do rival pode ter consequências graves. A principal delas seria a queda do técnico Jayme de Almeida, bancado pelo vice-presidente de futebol Wallim Vasconcelos depois de perder para o clube mexicano.

Para o Cruz-Maltino, este Campeonato Carioca parece mais do que especial. Trata-se da chance de encerrar uma história que tira o sono dos torcedores e aliviar a dor pelo rebaixamento no Brasileirão de 2013. Uma vitória simples significa a conquista de um título que não vem há 11 temporadas. A campanha na competição dá sinais de que isso é possível e o desempenho no último clássico, quando saiu na frente e ficou com um jogador a menos no segundo tempo, aumenta o otimismo internamente, embora haja a necessidade de vencer.