Uma viagem internacional é sempre algo planejado. Roteiro turístico, malas, língua. Mas, no futebol é diferente. A equipe joga uma partida em uma semana e, na outra, já tem que pegar avião rumo a outro país. Isso é Libertadores. Dentro de campo, o Cruzeiro está mais do que pronto para enfrentar o Mineros de Guayana, da Venezuela, em Puerto Ordaz, na quinta-feira (19), às 21h45 (pelo horário oficial de Brasília), na competição continental. Mas, nos bastidores, a diretoria teve que correr atrás de vários procedimentos para que não ocorressem imprevistos na viagem.
Benecy Queiroz, supervisor de futebol do clube, é o responsável por todos esses trâmites de viagem. Para a ida à Venezuela, com saída terça-feira (17), o clube foi pego de surpresa com uma informação incomum: jogadores e comissão precisariam de uma documentação especial para desembarcar no país. No entanto, a diretoria já providenciou toda a papelada.
“Nada foi pedido de forma oficial, mas a gente se previne para que nada saia errado. Neste tempo consegui os documentos de todos os jogadores e comissão técnica. Além disso já providenciamos as vacinas de febre amarela para a delegação. Está tudo ok para a viagem, não vai ter nenhum problema”, tranquilizou o superintendente de futebol celeste.