Time dos sonhos do torcedor tricolor deve se apresentar hoje contra o Atlético em Minas — Foto: Divulgação/Marcos Ribolli/Globoesporte
Denis; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Ganso, Michel Bastos e Kelvin; Calleri. A escalação está na boca do torcedor do São Paulo, mesmo sem jamais ter sido utilizada. Como isso é possível? A manutenção do sistema de jogo e as mudanças que Edgardo Bauza foi obrigado a fazer, por lesões e suspensões, construíram essa equipe ideal na mente coletiva.
Nesta quarta-feira (18), o Patón terá, então, seus 11 para tentar chegar à semifinal da Libertadores. No Independência, um empate com o Atlético-MG ou uma derrota por um gol de diferença – desde que o time faça gols –, levará o São Paulo à próxima fase. Há três meses, isso era utópico, como recorda reportagem do Globoesporte.
No dia 18 de fevereiro, a torcida lamentava a derrota para o The Strongest, no Pacaembu, na estreia da fase de grupos, e o elenco fazia contas precoces com uma conclusão triste: sobreviver seria um desafio dos mais árduos. Reforços essenciais ainda não haviam estreado, atuais protagonistas eram meros coadjuvantes, havia salários atrasados e um clima horrível. Mas o São Paulo sobreviveu e joga com chances reais na partida desta noite em Minas.