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Propostas mostram principais linhas de debates para mulheres em MS

12 de dezembro 2011 - 15h20 Por Redação Douranews
Propostas mostram principais linhas de debates para mulheres em MS

A solenidade de abertura da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM) acontece nesta segunda-feira (12), a partir das 18 horas, em Brasília. De acordo com as informações da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), dentre as principais linhas de debates da Conferência inclui-se nos debates: construção de mais creches, formalização do trabalho, ampliação da licença maternidade, atenção ao aborto seguro e garantia da participação das mulheres na política. Participam do evento 51 delegadas do Estado de Mato Grosso do Sul, dentre elas a Coordenadora Especial de Políticas para as Mulheres Governo do Estado, Tai Loschi (foto).

Segundo a SPM, essas são algumas das demandas apresentadas pelas mais de 200 mil mulheres que participaram de encontros municipais e estaduais em todo o País e que servirão de base para as discussões da 3ª Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, que acontece entre os dias 12 e 15 de dezembro em Brasília.

A Secretaria
de Políticas para as Mulheres (SPM) concluiu esta semana aconsolidação dos relatórios locais para apresentá-los na Conferência Nacional. As demandas foram divididas em quatro eixos de trabalho, definidos no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres: autonomias econômica, pessoal, cultural e política.

Na Conferência, o governo federal espera estabelecer prioridades dentre as propostas para a gestão do governo de Dilma Rousseff.

Autonomia Econômica - Uma das principais propostas, vinda de praticamente todas as conferências estaduais, foi a da construção de mais creches nos municípios brasileiros ou a ampliação das existentes. A ampliação de creches está diretamente ligada à autonomia econômica das mulheres.

Outra preocupação, expressada nas conferências estaduais, é a grande quantidade de trabalhadoras em situação informal no Brasil, principalmente em relação ao trabalho doméstico, principal ocupação feminina no país.

Em 2009, segundo dados do Retrato das Desigualdades, 17,1% das mulheres brasileiras dedicavam-se ao trabalho doméstico e apenas 26,4% delas tinham carteira assinada.