Participam da realização do evento a Comissão Pastoral da Terra (CPT/MS), o Instituto Cerrado Guarani e a FCBA/UFGD. Estão no apoio AGRAER, APOMS, Cooperfamiliar, Embrapa, Funai, Irmãs de São José de Chambery, DFDA/MS, SFA/MS, Prefeitura Municipal de Juti, Radio Criativa FM, Sintraf/Juti, Sindicato Rural de Juti, Anhanguera, Proex, CNPq e UFGD.
A feira simboliza a existência de um foco de resistência à monocultura e de reivindicação da reforma agrária no Estado. Muitos produtos são oferecidos à venda habitualmente no encontro dos produtores camponeses e indígenas. Uma das propulsoras da Feira de Juti é a irmã Lucinda Moretti, agente da CPT/MS. Ela explica que a atividade de certa forma representa a idéia e o espírito de um conhecido provérbio que diz: “Muita gente pequena, em lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudaram a face da terra”.