A realização é do laboratório da FCBA (Faculdade de Ciências Ambientais e Biológicas) da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), com a CPT (Comissão Pastoral da Terra) e do Instituto Cerrado Guarani, com apoio de diversas instituições.
As sementes crioulas são derivadas dos cultivos tradicionais das espécies vegetais. São diversificadas, produzidas sem o uso de agroquímicos e não sofrem modificações genéticas. Elas permitem formas de trabalho familiar e comunitário, que garantem autonomia do processo produtivo e soberania alimentar.
Programação
A programação começa a com a apresentação cultural da Orquestra de Violão da aldeia Te’y kuê, às 9 horas de sábado, seguida da palestra sobre “Uso e conservação do cerrado” com o pesquisador José Felipe Ribeiro, da Empresa Cerrado de Brasília.
No período vespertino serão realizadas Oficinas de produção de mudas de espécies nativas, com a orientação do pesquisador Ivo de Sá Motta, e sistema de cultivo de espécie nativas do cerrado, com Eny Duboc, ambos da Embrapa Agropecuária Oeste, de Dourados; confecção de artesanato e bijuteria com matéria prima do cerrado, com Fabiana Fagundes Borges Silva, acadêmica da UFGD; e irrigação e adubação de pastagens, com o engenheiro agrônomo Romulo Neri, da empresa Agroneri, de Iguatemi.
No domingo (15), a programação começa a partir das 8 horas, com as Oficinas: Adubação verde (Apoms, de Glória de Dourados), Educação ambiental - Gestores ambientais (Rodrigo de Oliveira, Caroline Fróes e Simone Ceccon, da FCBA/UFGD), Plantas medicinais e condimentares (Andréia Sangalli, da FCBA/UFGD), e Confecção de doces, geleias e licores com matéria prima do cerrado (Jucineis de Souza Araujo e Luciana Pogliesi Fernandes, do Assentamento Lagoa Grande, de Dourados).
O evento será encerrado às 15 horas com atividades culturais.