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A PMA (Polícia Militar Ambiental) intensifica ainda mais a “Operação Piracema”, com a "Operação República”, a partir de amanhã (15), às 12 horas, com encerramento na segunda-feira (18), às 8 horas, contando com 300 homens. O foco principal da operação é prevenir a pesca predatória. Os trabalhos, que já foram intensificados durante todo o mês de outubro, quando foram presos 22 pescadores, entre os dias 25 de outubro a 6 de novembro, durante a operação “Pré-Piracema”, foram incrementados no início da Operação Piracema e precisam ser desenvolvidos com mais rigor ainda, em razão do feriado prolongado do Dia da Proclamação da República. Os comandantes das 25 subunidades empregarão todo o efetivo no trabalho de fiscalização em suas respectivas áreas de atuação, em trabalhos de prevenção e repressão a todos os crimes contra a flora e a fauna, em especial, o tráfico de animais silvestres, em virtude do período crítico relativo ao tráfico de papagaios, que se estende até o fim do período reprodutivo da espécie, no fim de dezembro. Os policiais estarão nos oito postos avançados (fixos), montados durante a piracema nas cachoeiras e corredeiras dos rios mais piscosos, mantendo vigilância nos rios e monitorando os cardumes. A PMA utilizará mais oito subunidades operacionais, e em cada ponto deste vão ficar três policiais com barcos e motores para executarem a fiscalização nas imediações dos postos e monitorando os cardumes, permanecendo sempre um policial na cachoeira ou corredeira. Equipes da sede (Campo Grande) estarão itinerantes e parte do efetivo também reforçará as subunidades com vocação pesqueira e mais afetadas pelo tráfico de papagaio. O comando da PMA alerta às pessoas que se utilizem dos recursos naturais dentro do que permite a legislação, pois as penalidades administrativas e criminais são pesadas. As multas podem chegar a R$ 50 milhões e as penas criminais, até cinco anos de reclusão. |