Buscar terça-feira, 1 de setembro de 2026
(67) 99913-8196
Dourados
17°C
Cidades

Uma festa de luz e som, com direito a 'beijaço' marca a chegada de 2014 no Rio de Janeiro

01 de janeiro 2014 - 10h22 Por Redação Douranews, com O Dia
Uma festa de luz e som, com direito a 'beijaço' marca a chegada de 2014 no Rio de Janeiro

Mais de 2 milhões de pessoas participaram da grande festa de Réveillon na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, dando boas vindas ao novo ano num clima romântico e com o esperado “beijaço” na despedida de 2013, com a festa de luzes em explosões de corações na queima dos fogos.

Em outras regiões o clima não foi diferente, com milhares de pessoas participando dos shows nas zonas Oeste, Norte, Sul, Baixada e Niterói.

Em Copacabana o início da festa, em clima romântico foi com Nando Reis, seguido de Lulu Santos, no palco principal, até a meia noite. Até a provável chuva contribuiu, não interferindo na festa e nos 16 minutos de fogos de artifício que deixaram cariocas e visitantes deslumbrados. A novidade deste ano foram as bombas que formavam corações e bocas ao explodirem. Nas caixas de som ao longo da orla, sons de beijo completavam o espetáculo.

O paulista Wesley Carline, de 25 anos, e a estudante israelense Sivan Levy, de 20, gostaram da ideia. “Não teria coisa melhor. Era assim que eu queria começar o ano”, dizia ele, que mora em Israel e veio visitar o Rio, ao beijar a namorada.

Do outro lado da cidade, no Parque Madureira, 20 mil pessoas foram assistir aos shows da Portela, Império Serrano e de Pedro Lima, o Bigode Grosso do programa The Voice Brasil. A chuva diminuiu a presença do público, mas não impediu a alegria das irmãs Elizete e Elizabete Vergílio, que fizeram um pedido para o ano novo: “Paz, saúde e um namorado com bastante dinheiro”, brincou Elizete.

No Piscinão de Ramos, a noite funk atraiu uma multidão de pelo menos 15 mil pessoas, segundo a PM. Num grupo de 13 pessoas, Rogério de Araújo Souza, 39 anos, estreou na festa e ficou encantado com o clima. “O ambiente é familiar e seguro. Me surpreendeu”, disse.

Na Penha, moradores faziam festas para assistir à queima de fogos de dentro de suas casas. “Depois da pacificação, a gente pode voltar a fazer festa aqui. Parece que voltamos ao tempo de quando eu era criança. Isso está uma beleza”, dizia Nádia Dias, de 50 anos, que nasceu no bairro.