Papiloscopistas em atendimento durante mutirão — Divulgação
Um grupo de peritos papiloscopistas de Mato Grosso do Sul participa, desde segunda-feira (11), em Aquidauana, do mutirão de inclusão social realizando o trabalho de identificação civil, uma das várias funções desempenhadas por este profissional, durante mais uma edição do Juizado Especial Federal Itinerante, iniciativa para levar cidadania e serviços básicos para moradores das reservas indígenas locais.
O Juizado Especial Federal Itinerante é coordenado pela juíza federal Monique Marchiolli Leite e tem por objetivo garantir o acesso à Justiça para as pessoas que moram em locais de difícil acesso. A juíza enfatiza que a realização deste mutirão é um marco, porque é a primeira vez que contempla os povos originários do Estado.
Os atendimentos foram prestados em duas localidades distintas, sendo na Aldeia Limão nos dias 11 e 12 de setembro, e na Bananal, de 13 até nesta sexta (15), levando serviços também aos moradores de Córrego Seco, Buritizinho e da Terra Indígena Taubay-Ipegue.
No trabalho técnico para emissão da carteira de identidade - um dos serviços oferecidos pelo mutirão - estão atuando os peritos papiloscopistas Érika Gehre Dantas Torres, Gleide Moura Cavalcante, Alexandre dos Santos Rocha, Marlon Carlos Catelan e Weverton Maciel de Queiroz.
A presidente do Sindicato dos Peritos Papiloscopistas de MS (o Sinpap/MS), Danielle Bueno Fernandes da Silva, destaca a participação da categoria em mais esta ação de inclusão social no Estado. "Nossa participação mostra, mais uma vez, que prestamos um serviço essencial na vida das pessoas, que é a identificação enquanto ser humano", pondera a presidente, citando que a categoria está comprometida na prestação de serviços à comunidade.