Mesmo sem esse parecer técnico, a prefeitura da cidade de São Paulo já tinha autorizado fazer o canteiro de obras no terreno do futuro estádio, por isso as obras começaram na segunda-feira.
Esse alvará era o último esperado, porém outras confusões continuam em pauta entre a Odebrecht, construtora contratada, e o Corinthians, como quem vai bancar a obra para remanejar os dutos da Transpetro que passam pelo terreno. Além disso, o clube ainda tenta diminuir para R$ 600 milhões os R$ 1 bilhão previstos pela construtora.
Apesar da demora para a aprovação, o clube alvinegro não teve o mesmo problema que o rival Palmeiras, que levou mais de dois anos para conseguir a autorização da prefeitura para reconstruir a Arena Palestra, por conta de leis ambientais e por na perturbação da vizinhança.
O Ministério Público também entrou na briga contra o novo estádio do Palmeiras alegando problemas de impermeabilização na área.