O governo aprovou nesta quinta-feira (18) um plano de contingência para evitar um “apagão” aeroportuário durante a Copa das Confederações. O evento esportivo funcionará como teste para a Copa do Mundo de 2014, tanto no aspecto esportivo, quando no logístico. Para isso, o aumento de profissionais envolvidos será de 77%, quando o total de servidores públicos em operações de aeroporto chegará a 1.723.
“Isso é uma iniciativa nova com o objetivo de alcançar uma governança que estimule um resultado de gestão mais rápidos e eficazes”, afirmou o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, em entrevista coletiva.
Para a final da competição, por exemplo, marcada para o dia 30 de junho no Rio de Janeiro, os dois aeroportos da cidade – Galeão e Santos Dumont – tem demanda esperada de quase 47 mil passageiros.
Segundo autoridades do setor, o País conta com “uma disponibilidade absolutamente tranquila” de posições de estacionamento de aeronaves. Além dos aeroportos das cidades-sede, aeroportos e bases aéreas em um raio de proximidade poderão ser usados. O fluxo de pousos e decolagens também está sendo monitorado. Caso seja necessário, os horários dos aeroportos poderão ser estendidos.
No mês que vem, os aeroportos das cidades que sediarão a Copa das Confederações passarão por uma fase de testes. “Ao longo do mês de maio teremos simulações em todos os aeroportos. (...)Simularemos todas as características que a copa das confederações nos apresentará”, afirmou o secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil, Guilherme Ramalho.
Além do fluxo de turistas, uma competição esportiva internacional de grande porte conta ainda com uma demanda maior por atendimento a autoridades, chefes de Estado e imprensa. Segurança é uma questão-chave e o plano define ainda restrições de espaços aéreos, por exemplo. Com informações do Terra