A Justiça do Rio de Janeiro proibiu na tarde de ontem (10) que o contrato de concessão do Maracanã seja celebrado. Na decisão, a juíza da 9ª Vara de Fazenda Pública, Gisele Guida de Faria, determina que o estádio só poderá ser privatizado depois de julgamento de uma ação do Ministério Público que pedia o cancelamento da concorrência.
O processo foi finalizado quinta-feira (9), com a concessão do Maracanã para o consórcio liderado pela empreiteira Odebrecht, e que conta ainda com as empresas IMX, do empresário Eike Batista, e a americana AEG. A expectativa era que o estádio fosse repassado ao consórcio ainda este mês. O governo estadual informou que vai recorrer da decisão.