Honduras disputará a Copa do Mundo, mas está longe de pertencer ao bloco dos favoritos. Por isso, de acordo com as palavras do próprio técnico Luiz Felipe Scolari, a Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (16), às 22h30 (de Brasília), em Miami, para uma partida que tem muito mais valia para observação dos jogadores do que como teste para o Mundial.
A seleção hondurenha vive uma evolução constante e irá participar no Brasil de sua segunda Copa consecutiva. Na última Olimpíada fez uma partida difícil contra os brasileiros nas quartas de final. Mas para Felipão seu poder de fogo ainda é limitado. “As qualidades estamos seguindo pela qualificação ao Mundial. Dentro daquilo que nós seguimos, é uma seleção razoável, que não tem qualidade de outros grandes, mas que vem para um jogo. Dependendo do que fizermos, teremos mais facilidades ou menos”, afirmou Felipão.
Na lembrança do treinador ainda repousa a derrota sofrida para Honduras nas quartas de final da Copa América de 2001. No ano seguinte, a Seleção Brasileira conquistou o pentacampeonato, e Felipão vê relação entre os fatos.
“Foi ótimo que aconteceu, porque a partir dali tomei algumas medidas. Às vezes tem derrota que te abre os olhos para muitas coisas. Aquela me abriu para uma série de situações. Ensinamentos de que alguns atletas tinham sido mal escolhidos por mim, sistema que pode estar errado. Uma série de detalhes”, explicou. As informações são do Terra