Ouros olímpicos, recordes mundiais e muitos holofotes. A fórmula é simples, mas basicamente resume a aura que envolve Usain Bolt, jamaicano considerado o maior atleta olímpico da atualidade. O "pacote" pode até ser fruto de tudo que fez e ainda faz nas pistas de atletismo. Mas o que é conhecido em menor escala é a sua paixão por outro esporte: o futebol.
O que seria um gosto em comum, no entanto, será a grande discórdia entre Bolt e Brasil nos próximos meses. Na metade do ciclo olímpico rumo aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o atleta caribenho deve voltar a sua atenção ao país por outro motivo: acompanhar a Copa do Mundo de futebol. E torcer pelos maiores rivais do Brasil na modalidade: os argentinos.
Bolt revelou ao jornal LanceNet que não sabe se o calendário permitirá que venha ao país para a Copa. Mas afirma que estará atento aos jogos da competição, em especial às partidas dos vizinhos sul-americanos.
O atletismo, claro, também foi tema da conversa. O astro já tem data para pendurar as sapatilhas. E, mesmo em uma temporada fraca de eventos em sua modalidade, já sabe o que pretende atingir como meta em 2014. De forma bem menos simpática do que de costume, também abordou temas como o escândalo de doping que acometeu no país dele em 2013, onde campeões olímpicos como Sherone Simpson e Asafa Powell foram flagrados.