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Exposição “Direito à verdade e à memória” prossegue até dia 31

21 de outubro 2011 - 20h20 Por Redação Douranews, com Assessoria
Exposição “Direito à verdade e à memória” prossegue até dia 31

Os interessados na exposição “Direito à verdade e à memória: a ditadura no Brasil 1964 – 1985” podem conferir o material até 31 de outubro, com entrada franca, no salão de exposições da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), localizado na Unidade 1, Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso. A previsão inicial era de encerramento hoje (21), mas a procura do público gerou a prorrogação do evento.

As escolas e entidades que querem ser acompanhadas por monitor na exposição podem agendar visitas para o período matutino, por meio do fone 3410-2877. No período vespertino a exposição também está aberta ao público, porém sem monitoria.

A exposição "Direito à verdade e à memória” é promovida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e que veio para Dourados por meio do V Congresso Transdisciplinar Direito e Cidadania.

Segundo o site do projeto “Direito à verdade e à memória”, a exposição traz uma ambientação visual que conduz o público em uma espécie de “viagem no tempo”. Traz de volta a lembrança aos que viveram os fatos retratados e traduz aos jovens um pouco do clima vivenciado nesse período tão importante na história social e política brasileira. Recupera, de maneira exclusiva, desde os primeiros momentos do Golpe de Estado que mergulhou o país numa ditadura de 21 anos, até os grandes comícios populares das “Diretas Já”.

Imagens marcantes dos tanques militares na frente do Congresso Nacional, as passeatas estudantis, a resistência dos diversos grupos da sociedade civil, a censura de documentos, a violência, prisões e torturas estão expostas em grandes painéis que colocam o espectador dentro dos acontecimentos. Junto, todos os fatos ocorridos nessa época são recuperados em um texto em ordem cronológica.

Além da exposição, projeto Direito à Memória e à Verdade tem o Livro-relatório da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (disponível para download), Memoriais “Pessoas Imprescindíveis” e a exposição “Apolônio de Carvalho – Vale a pena sonhar”.