O vereador Mauricio Lemes (PSB) participou recentemente de uma reunião, por meio da Comissão de Cultura, com o Conselho do setor, onde foi apontado, como uma das principais demandas, o FIP (Fundo de Investimentos à Produção Artística e Cultural).
O FIP foi instituído em Dourados em 14 de outubro de 2004, pela Lei nº 2.703, vinculado, originalmente, à Fundação de Cultura, hoje Secretaria, e funciona com verbas garantidas por meio de emendas no orçamento do município e de parlamentares, mas no ano passado a cultura não teve esse benefício.
Mauricio é professor, mas também é músico e conhece um pouco da realidade dos artistas do município, por isso está sensibilizado com a causa. “Vamos articular por meio da Comissão, mas já faço um compromisso com a classe cultural para conseguirmos o investimento esse ano, para as mais diversas produções do setor”, garantiu.
Para os membros do Conselho, é essencial que a classe cultural douradense tenha esse apoio. “O FIP é de todos”, lembrou o bailarino e coreógrafo Rilvan Barbosa durante a reunião. Para Mauricio, a união dos interessados na arte e cultura também é necessária nesse momento. Isso porque, de acordo com ele, a história da cultura de Dourados se confunde com a história de muitos desses artistas, como no caso de Rilvan.
Taianne Petelin França, presidente do Conselho, que é formada em Ciências Sociais e aprofundou os conhecimentos com estudos sobre o FIP, comentou ainda o valor das ações entre a classe política e cultural. “É importante caminharmos juntos”, declarou ela.