Quantas lembranças da nossa cidade,
que foi forjada com garra e esperança,
a fonte luminosa que nos dá saudades,
e as nossas inocentes brincadeiras de criança.
Quando chovia era muito barro,
e depois o vento levantava a poeira do chão,
no Cine Ouro Verde aquele "sarro",
e os deliciosos Festivais de Canção.
Catávamos guavira no água boa, jogávamos bola no ‘Floresta’,
quando estávamos à toa, fazíamos de cada brincadeira uma festa.
No domingo, matinê com seriados, Durango Kid, Zorro e Tarzan,
com alguns pouco trocados,
nem lembrávamos do amanhã.
Hoje, nossa cidade brilha, iluminada e regada pelo aquífero Guarani,
nessas histórias recordadas,
pelas lembranças de um guri.
Dourados, 18-12-2.015, às 01:51 hs