Ela diz que durante as festas há consumo de “bebidas, drogas, churrasco na calçada, carro parado no meio da rua, já até fecharam a rua com faixas para impedir o tráfego de carros”, acrescentando ainda que “sempre sai briga, temos garrafas quebradas pela rua, lixo em todas as portas. Um absurdo e muita falta de respeito”, aponta a moradora.
Ela conta que em todos os finais de semana, citando o do dia 9 de julho, “efetuamos diversas chamadas no 190 para que fosse cumprida a Lei de Perturbação do Silêncio, quando a própria polícia teria informado a ela ter recebido “mais de 20 chamadas para a mesma ocorrência na Rua Maria Justina da Silva”.
De acordo com a denunciante, “vieram duas viaturas mas os policiais conversaram de igual para igual, sem impor respeito e autoridade e, assim que viraram as costas a festa voltou e o som foi até as 5 horas de domingo”. Ela lembra ainda que “reclamamos novamente no 190 mas não vieram mais viaturas”.
Ela explica ainda a razão da denúncia: “Não agüentamos mais essa falta de respeito; os funks são de um palavreado absurdo; temos idosos e crianças que residem na rua há mais de 30 anos e a casa que está fazendo e causando todo esse transtorno é alugada, mas não conseguimos descobrir a imobiliária e nem quem é o proprietário do imóvel”, encerrando ao dizer: “Ou seja precisamos de orientações de como agir nessa situação”, colocando-se ainda à disposição para maiores esclarecimentos.