O município dispõe de um laboratório, topógrafos, engenheiros e maquinário, estrutura necessária para a produção de massa de qualidade e para auxiliar as empresas contratadas na execução dos serviços menores. Vanderlei Carneiro, responsável por essa área na Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos), explica que a prefeitura poderá ter dez equipes nas ruas e agilizar o trabalho de recuperação das ruas com a usina em funcionamento.
Neste ano a prefeitura investiu R$ 2 milhões em recursos próprios para tapar os buracos das ruas, mas o problema persiste em vários pontos do perímetro urbano e a usina de massa vai permitir que a prefeitura amplie o trabalho.
O prefeito tem reafirmado que o asfalto de Dourados está com a vida útil vencida e que o serviço de tapa-buraco não resolve mais o problema. Mesmo assim é preciso executar a operação.
A usina, reativada na segunda-feira (08), tem capacidade para produzir pelo menos 250 toneladas de massa por dia e utiliza o sistema de asfalto frio. De acordo com Vanderlei Carneiro, o produto tem a mesma resistência que o CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) ou asfalto quente, um dos tipos de revestimento asfáltico mais utilizado nas vias urbanas.