Segundo Ademir Machado, jornalista apaixonado por equipamentos valvulados e revistas de eletrônica, as peças metálicas são resultados do trabalho que vem desenvolvendo desde 2010. “Eu poderia vender estes metais, mas prefiro contribuir com a associação, que faz um trabalho importante em nossa cidade e também me fornece algum material eletrônico, que não é reciclado por eles”.
Assistência técnica para angariar recursos
A restauração ou manutenção de computadores descartados acaba ficando caro, segundo disse Ademir Machado. “Na maioria das vezes, tenho que suprir um HD, memórias, além do custo com eletricidade e componentes eletrônicos, no caso de conserto em monitores de tubo (TRC) e como os aparelhos são doados sem custo para as pessoas, isso acaba pesando no bolso”. Para prosseguir com o projeto, o jornalista está prestando assistência técnica em computadores em sua oficina, localizada à rua Araguaia, 1282, bairro Jardim Água Boa.
Um local apropriado para o recolhimento de tubos de vidro (que é reciclável em alguns centros do País) é outro impedimento do técnico em receber novas doações de monitores, que acabam sendo enviados para o aterro sanitário, ou quebrado nas calçadas ou terrenos baldios.
Maiores detalhes sobre esse projeto ambiental pode ser obtido pelo fone 9644-3349 ou pelo e-mail [email protected]