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Barbosinha cobra ativação do IML de Dourados

30 de abril 2015 - 14h14 Por Redação Douranews
Barbosinha cobra ativação do IML de Dourados

Inaugurado há três anos, o IML (Instituto Médico Legal) de Dourados segue de portas fechadas. Esse foi o motivo que levou o deputado estadual Barbosinha (PSB) a encaminhar na sessão desta quarta-feira (29) uma solicitação ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com cópia aos secretários de Infraestrutura, Ednei Marcelo Miglioli e ao de Justiça e Segurança Pública, Silvio Cesar Maluf, cobrando que sejam tomadas com urgência todas as providências necessárias para a regularização e ativação do IML do município.

De acordo com o relatório emitido pelo Coised (Conselho Institucional de Segurança de Dourados), a ativação do IML depende da obtenção de um alvará sanitário expedido pela Vigilância Sanitária estadual e licença de operação emitida pelo Imam (Instituto de Meio Ambiente) de Dourados. A Agesul (Agência estadual de Gestão e Empreendimentos), órgão responsável pela construção do Instituto, já foi comunicada pela Vigilância Sanitária estadual em relação às modificações que devem ser feitas para a liberação do prédio.

Segundo o deputado Barbosinha, é inadmissível que a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, que atende aos municípios que compõem a região da Grande Dourados, ainda não disponha de um Instituto Médico Legal, ficando a mercê de estabelecimentos funerários locais para realização dos procedimentos de perícia.

“Enquanto o prédio permanecer inativo todos os serviços de perícia continuarão sendo realizados nas funerárias da cidade, comprometendo assim, em decorrência da precária estrutura, a qualidade e a segurança das informações emitidas nos laudos periciais. A falta de um IML está fazendo com que muitos cadáveres sejam enterrados como indigentes, em decorrência de não haver câmara fria para conservar os corpos, assim as empresas tem que apressar o sepultamento antes que o corpo entre em estado de putrefação”, enfatizou Barbosinha.

As obras necessárias, segundo informações concedidas pelo Coised, estariam orçadas em menos de R$ 10 mil. “Esse valor é irrisório se comparado aos benefícios que o município terá com o funcionamento do IML”, finalizou o parlamentar, ao reiterar a cobrança de providências.