Servidores federais, entre técnicos administrativos e docentes da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), mantém a greve nacional, ao lado de trabalhadores de outras 27 universidades brasileiras, e sem prazo de encerramento. O movimento de greve de Dourados diz que poucas pessoas permanecem cumprindo o expediente na UFGD.
A paralisação, pela implantação do piso de R$ 2.784 para um docente graduado em regime de trabalho de 20 horas, por exemplo, além da ampliação da infraestrutura das instituições, incluindo laboratórios e equipamentos, e a aplicação de 1,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em ciência e tecnologia, já afeta cerca de 8 mil estudantes da Federal em Dourados.