Segundo ele, a gasolina será armazenada e utilizada em caso de necessidade.
"A gente vai trazer e armazenar. Se precisar usa, se não precisar não usa", disse o executivo. "No ano passado a gente importou para 10 dias, não deve ser muita coisa diferente disso", afirmou.
No ano passado a Petrobras importou 3 milhões de barris de gasolina de várias origens no início do ano, o que não fazia há cerca de 40 anos, também em função de um mercado interno aquecido.
Costa informou que as refinarias da empresa estão trabalhando a plena capacidade e produzindo 380 mil barris diários de gasolina, totalmente absorvidos pela demanda interna.
"Estamos produzindo o máximo de gasolina em todas as nossas refinarias e se verificarmos que o estoque está abaixando e que precisa importar, iremos importar", afirmou Costa.
O Brasil, a exemplo do que ocorreu no ano passado, tem registrado repiques na demanda por gasolina devido ao aumento do preço do etanol, já que usinas nas últimas duas safras elevaram a produção de açúcar em detrimento do combustível, olhando para um mercado internacional de elevados preços do adoçante.