O estudo aponta que 68% dos equipamentos tiveram como destino as mãos de consumidores domésticos, enquanto 26,9% chegaram ao segmento corporativo. O segmento educacional e o governo consumiram apenas 4,5% desses computadores.
“Em geral, os primeiros meses do ano apresentam movimento menor de negociações entre fabricantes e canais de venda, já que o varejo inicia o ano abastecido por conta do Natal e realiza queimas de estoque nos meses seguintes. Mas, com a demanda aquecida nos segmentos doméstico e corporativo, a sazonalidade tem diminuído consideravelmente no mercado de PCs desde o 3º trimestre de 2010”, declara Martim Juacida, analista de mercado da IDC.
Ele acredita que a maturidade do mercado está auxiliando a alta das vendas domésticas fora das datas comemorativas. “Os consumidores não esperam mais pelo Natal”, afirma.
Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking dos países onde se vendem mais computadores, logo atrás de Estados Unidos, da China e do Japão. É um lugar de destaque, conquistado com o incentivo fiscal na área de PCs, fator que ajudou a diminuir o preço dos dispositivos, de acordo com o IDC.