O desempenho brasileiro está bem acima da média global de +19%.
“O otimismo para as expectativas de emprego nas empresas privadas brasileiras é elevado e tem conseqüências diretas nas variáveis macroeconômicas como inflação”, diz Javier Martínez, responsável pelo IBR na America Latina da Grant Thornton.
Os dados fazem parte do International Business Report 2011 (IBR) e englobam mais de 11 mil empresas em 39 países.
Em relação às economias desenvolvidas, a posição brasileira foi privilegiada. Estados Unidos (+23%), Reino Unido (+13%), Japão (+7%) e Alemanha (+39%) não figuravam entre as regiões mais otimistas.
A situação mais crítica está em países europeus que atravessam graves problemas fiscais: Itália (-3%), Espanha (-16%), Grécia (-35%) e Irlanda (-36%) aparecem com os piores índices.
Na análise por regiões, a América Latina é a maior empregadora (42%), seguida pelos Brics (39%) e Ásia (38%).
No primeiro trimestre, o índice de emprego fechou em +32%, abaixo dos +55% do último trimestre de 2010. No acumulado ano passado, o indicador havia fechado em +53%, acima do -8% da média mundial.