Segundo Gabrielli, mesmo tendo sido retirados em relação ao plano anterior projetos equivalentes a US$ 10,8 bilhões, foram incluídos novos projetos no valor de US$ 32,1 bilhões.
Os projetos mantidos em carteira apresentaram os seguintes impactos no total de investimento do novo plano: aumento de US$ 8,6 bilhões pelo impacto da taxa de câmbio e aumento de US$ 1,5 bilhão em função de alteração do orçamento; decréscimo de US$ 6,4 bilhões em função da alteração de escopo, redução de US$
23,7 bilhões pela alteração do cronograma dos projetos e US$ 0,6 bilhão pela alteração do modelo de negócio.
Em relação aos novos projetos incluídos no plano, 87% do valor dos investimentos serão dedicados à área de exploração e produção, sendo que a maior parte representa investimentos relativos à cessão onerosa (US$ 12,4 bilhões), compreendendo projetos de alta geração de caixa em função da participação especial já ter sido paga na aquisição dos barris de petróleo e das sinergias com as grandes descobertas do pré-sal.
A meta de produção de óleo e gás natural no Brasil para 2011 foi mantida em 2,1 milhões de barris de petróleo por dia, e a de produção total de óleo e gás no Brasil e exterior em 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia.