A economia brasileira deve crescer, em 2011, em ritmo menos intenso que o registrado em 2010, de acordo com o Boletim Regional divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira. Segundo o comunicado, isto é resultado das ações da política monetária e das medidas macroprudenciais adotadas. O BC também afirmou que a instabilidade internacional continua exercendo contribuição negativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do País.
Segundo o boletim, a expansão da economia brasileira no primeiro semestre deste ano evidenciou o impacto da safra de grãos sobre a agropecuária e o desempenho da demanda doméstica. Os investimentos devem continuar crescendo nesta área, mas serão menores que os feitos em 2010.
De acordo com o Banco Central o índice de atividade da economia (IBC-Br) registrou continuidade no processo de expansão no segundo trimestre do ano, mas a evolução é distinta em termos regionais. O IBC-Br das regiões Sul (que passou de 1,9% em maio de 2010 para menos 0,1% no mesmo mês de 2011), Centro-Oeste (que passou de 2,1% para 0,1% no mesmo período) e Norte (passou de 1,8% para 0,9%), mostraram sinais evidentes de moderação. O maior índice registrado foi na região Nordeste, apesar de também apresentar queda em relação à movimentação registrada em maio do ano passado (caiu de 3,1% para 2,6%).
Segundo o boletim, a expansão da economia brasileira no primeiro semestre deste ano evidenciou o impacto da safra de grãos sobre a agropecuária e o desempenho da demanda doméstica. Os investimentos devem continuar crescendo nesta área, mas serão menores que os feitos em 2010.
De acordo com o Banco Central o índice de atividade da economia (IBC-Br) registrou continuidade no processo de expansão no segundo trimestre do ano, mas a evolução é distinta em termos regionais. O IBC-Br das regiões Sul (que passou de 1,9% em maio de 2010 para menos 0,1% no mesmo mês de 2011), Centro-Oeste (que passou de 2,1% para 0,1% no mesmo período) e Norte (passou de 1,8% para 0,9%), mostraram sinais evidentes de moderação. O maior índice registrado foi na região Nordeste, apesar de também apresentar queda em relação à movimentação registrada em maio do ano passado (caiu de 3,1% para 2,6%).
Operações de crédito
Segundo o Boletim, as operações de crédito registraram alta de 4,7% no País no primeiro trimestre, impulsionadas pelo grupo pessoa física, que apresentou aumento de 4,7%. Nos últimos 12 meses o estoque de crédito cresceu 21,8% no Brasil. De acordo com o BC a evolução dos estoques de crédito está acontecendo devido ao aumento na inadimplência na comparação trimestral.