A sessão, contudo, foi volátil, com investidores digerindo notícias sobre a crise de dívida na zona do euro, menor crescimento da economia chinesa e alguns balanços corporativos nos Estados Unidos não tão fortes quanto o esperado.
A moeda norte-americana caiu 0,62 por cento, valendo 1,7585 real na venda. Ao longo do dia, a cotação oscilou entre alta de 0,99 por cento (1,7870 real) e baixa de 0,82 por cento (1,7550 real).
Na segunda-feira, o dólar havia subido 2,28 por cento, interrompendo uma sequência de oito quedas.
"O mercado aqui está muito dependente do exterior. O que houve hoje foi uma amostra disso", disse o economista-chefe da BGC Liquidez, Alfredo Barbutti.
Mais cedo, números mostrando nova desaceleração no ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, associados ao alerta da agência de classificação de risco Moody's sobre o rating soberano da França, desestimularam aplicações em ativos considerados de risco, favorecendo a alta do dólar e queda nas bolsas de valores.
Mas no meio da tarde os mercados se recuperaram, reavaliando os resultados de empresas nos EUA e em meio a informações de que o Banco Central Europeu (BCE) estaria comprando títulos soberanos da Itália, um dos países afetados pela crise de dívida que tem sacudido os mercados financeiros há dois anos.