Na comparação mensal, os cheques sem fundos cresceram 10,4% e a inadimplência das dívidas não bancárias cresceu 0,9%, Nas dívidas bancárias, a inadimplência cresceu 0,5% no mês. Já os protestos tiveram um aumento mensal de 12,4% no mês.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, as desacelerações registradas na comparação anual e entre os acumulados "confirmam a trajetória descendente da inadimplência do consumidor. Sobre o aumento mensal, ele é pontual, resultante da greve dos Correios, que atrasou o envio de boletos e faturas para pagamento".