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Economia

Indústria de móveis do MS deve movimentar R$ 50 milhões no ano que vem

19 de dezembro 2011 - 11h43 Por Redação Douranews
Indústria de móveis do MS deve movimentar R$ 50 milhões no ano que vem

Com um faturamento estimado em R$ 46,7 milhões neste ano que se encerrar, o segmento moveleiro de Mato Grosso do Sul espera movimentar R$ 50 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 7% com relação a 2011. A estimativa otimista é do presidente do Sindimad/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Móveis em Geral, Marcenarias, Carpintarias, Serrarias, Tanoarias, Madeiras Compensadas e Laminadas, Aglomerados e Chapas de Fibras de Madeiras, de Cortinados e Estofados de Mato Grosso do Sul), Juarez Falcão.

Segundo ele, neste ano, as indústrias moveleiras de Mato Grosso do Sul cresceram, em média, 5% com relação ao ano passado (2010). “Tivemos um ano com algumas dificuldades por conta da crise na Europa, mas, ainda assim conseguimos crescer. Agora, para 2012, as expectativas estão bem melhores e a continuidade das parcerias com o Sistema Fiems e o Sebrae/MS contribuem para essa projeção”, afirmou.

Juarez Falcão ainda destacou que 2012 será um ano de bons negócios para todo o setor industrial do Estado, principalmente, porque será realizada a 3ª edição da Expo-MS Industrial, em Campo Grande (MS), pela Fiems. “Nós temos boas perspectivas para a feira, tanto que todos os espaços destinados à indústria moveleira já estão reservados”, informou. Ele completa ainda que, atualmente, o segmento conta com 332 estabelecimentos, que empregam 2.931 trabalhadores.

Com relação à parte sindical, o presidente do Sindimad/MS ressaltou que pretende intensificar ainda mais os trabalhos para atração de mais associados. “Já conseguimos avançar bastante ao longo do ano passado e deste ano, mas vamos continuar o trabalho para adesão de novos. Um atrativo nesse sentido é o apoio da Fiems e do Sebrae/MS, que proporciona a participação dos empresários do segmento em feiras em todo o País, o que significa intercâmbio de informações e busca de novas tecnologias”, pontuou.