O aumento da inflação e os juros elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor em 2011, conforme economistas da Serasa. Segundo eles, o acumulo de dívidas pelos consumidores vem desde 2010.
Em 2011, o valor médio das dívidas não bancárias, que incluem cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, foi de R$ 320,63, queda de 17,3% na comparação com 2010. O valor médio das dívidas bancárias foi de R$ 1.302,12 ao ano, redução de 0,7% ante 2010. Os títulos protestados tiveram valor médio de R$ 1.372,86 no ano, com crescimento de 16,0% em relação a 2010. Os cheques sem fundos tiveram um valor médio de R$ 1.359,19, alta de 8,4% sobre 2010.