O próximo governador de Mato Grosso do Sul a ser eleito em outubro vai administrar um orçamento da ordem de R$ 13 bilhões a partir de 2015, como prevê o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que o governador André Puccinelli (PMDB) vai encaminhar para a Assembleia Legislativa até o final do mês.
De acordo com o jornalista Willams Araújo, do site Conjuntura, os números antecipados pelo próprio André , durante as comemorações do Dia do Metrologista, na manhã desta quarta-feira (18), em Campo Grande, são 8,2% maiores do que a estimativa orçamentária em vigor. Hoje, o Estado dispõe de R$ 12,089 bilhões, segundo o texto.
Os principais candidatos ao governo estadual são o senador Delcídio do Amaral (PT), o ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), e o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB).
O pré-candidato do PSDB já disse que, com o uso de tecnologia e conhecimento e a valorização dos servidores, é possível aumentar a produtividade e, assim, reduzir os gastos com custeio. O tucano prega que é preciso enxugar os gastos públicos para atender as demandas prioritárias da população, como melhorias no setor de Saúde e criação de empregos e oportunidades de renda.
Ex-relator do orçamento da União, além de sugerir mudanças pontuais, Delcídio do Amaral defende a importância dos investimentos federais para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, principalmente em obras de asfaltamento e conservação de rodovias.
O senador aponta ainda a necessidade de investimentos cada vez maiores na qualificação da mão-de-obra local para garantir que as vagas criadas no processo de diversificação da economia sul-mato-grossense sejam ocupadas por pessoas que vivam no Estado e estão em busca de oportunidades de trabalho ou ascensão profissional.
Já Nelsinho Trad, que integra o atual Governo, entende que os números projetados por André levam em conta as necessidades do Estado e o atendimento das demandas que já vem sendo honradas pela equipe e que ele promete incrementar a partir de janeiro.