A arrecadação do governo do Estado teve queda de 18% nas receitas primárias do primeiro bimestre de 2015, em relação ao mesmo período ano passado. O valor corresponde a menos R$ 319 milhões nos cofres públicos este ano, o que pode comprometer as despesas até o fim do ano.
Conforme o balanço geral do Estado, referente aos meses de janeiro e fevereiro e o primeiro da administração de Reinaldo Azambuja (PSDB), a receita estadual oscilou de R$ 2,035 bilhões, em 2014, para R$ 1,716 bilhão neste ano. Os dados foram publicados ontem, no Diário Oficial do Estado.
Entre as receitas primárias, a renda de tributos teve queda de 2,87% ou pouco mais de R$ 30 milhões. Entre os impostos que compõe essa receita, só o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) teve alta de 3% ou R$ 28 milhões no bimestre.
A arrecadação estadual com IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) teve queda de R$ 2 milhões entre janeiro e fevereiro de 2015 comparado ao mesmo período de 2014. Esse foi o primeiro ano em que os contribuintes puderam parcelar o imposto em 5 vezes e ter