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Aumento de cobrança continua gerando indignação

CCR não realiza serviço e ainda pratica preços abusivos

16 de agosto 2023 - 09h59 Por Assessoria
Aumento de cobrança continua gerando indignação Aumento no preços do pedágio é questionado — Divulgação

Após tomar conhecimento de que ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) aprovou o reajuste em até 16,82% da TBP (Tarifa Básica do Pedágio), em valores  considerados abusivo pelos consumidores, em todos os pontos da BR-163 em Mato Grosso do Sul, o senador Nelsinho Trad (PSD/MS) ocupou a tribuna e propôs audiência sobre o transporte terrestre no Senado Federal para a justificativa a esse aumento. 

“Em oito anos de contrato firmado, apenas 18% foi cumprido. O que o nosso Estado clama que o contrato possa ser fielmente cumprido. O mínimo que se espera é o cumprimento do que está estabelecido. Desde que o serviço venha a ser feito fielmente, eu posso aqui afiançar que o cidadão paga com gosto. Agora a gente é surpreendido, quatro vezes o valor da inflação?”, questionou o senador Nelsinho Trad. 

Desde 2014, a BR-163 é explorada pela CCR MSVia, porém, vive um processo de ‘devolução’ por parte da concessionária e deve passar por processo de relicitação. De acordo com o artigo primeiro da deliberação datada do dia 14 de agosto e assinada pelo diretor-geral Rafael Vitale Rodrigues, a nova tarifa começa a valer nesta sexta-feira (18) e segue a variação do IPCA (o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). 

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Quem atravessar o Estado com carro de passeio vai pagar entre R$ 6 (o mais baixo, na praça de Mundo Novo) e R$ 9,10, em Campo Grande e em Rio Verde do Mato Grosso, na região Norte de Mato Grosso do Sul. No caso dos veículos pesados de seis eixos, as tarifas vão variar entre R$ 36 e R$ 54,60. 

Em todo o Estado, são nove praças de cobrança: P1 (Mundo Novo); P2 (Itaquiraí/Naviraí); P3 (Caarapó); P4 (Rio Brilhante); P5 (Campo Grande); P6 (Bandeirantes/Rochedo/Jaguari); P7 (São Gabriel do Oeste/Camapuã); P8 (Rio Verde de Mato Grosso) e P9 (Pedro Gomes/Sonora). “Não podemos aceitar sem obter respostas; vamos formular uma audiência”, enfatizou o senador Nelsinho Trad.

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