Embora o programa Bolsa Família tenha se tornado conhecido internacionalmente, outros países gastam mais que o Brasil com esse tipo de programa, proporcionalmente ao PIB (produto interno bruto), segundo um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O Bolsa Família consome 0,47% do PIB do Brasil, enquanto a Argentina gasta 0,54% de seu produto com um programa similar, o AUH (Asignación Universal por Hijo). O equivalente boliviano chega a nada menos que 0,64% do PIB do país.
Considerando o valor total gasto, sem fazer relação com o PIB, o Bolsa Família é, evidentemente, o maior programa de transferência de renda da América Latina, pois o Brasil é o maior país da região. tanto e população quanto em tamanho da economia.
O país gastou US$ 10,6 bilhões com o programa em 2012, enquanto a Argentina destinou US$ 2,5 bilhões, e o México, US$ 2,6 bilhões, de acordo com dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas.
“A criação de programas de transferência de renda focados em crianças ou famílias de baixa renda pode ser considerada umas das principais inovações dos últimos anos em países em desenvolvimento”, opinou a OIT no estudo.







