Para decidir a melhor forma de como proceder em greve, principalmente com responsabilidade quanto aos atendimentos do Hospital Universitário (HU/UFGD), na segunda-feira (13) será promovida uma assembléia no próprio hospital para definição de estratégias de paralisação, escalas de trabalho, rodízios e demais procedimentos.
Os servidores técnicos administrativos reivindicam reajuste salarial, piso de três salários mínimos, step de 5%, racionalização de cargos, reposicionamento de aposentados, mudança no anexo IV (ampliação da tabela da carreira), devolução do vencimento básico complementar absorvido, isonomia salarial e de benefícios, abertura imediata de concursos públicos para substituição da mão de obra terceirizada e precarizada em todos os níveis da carreira das áreas administrativas e dos Hospitais Universitários, e extensão das ações jurídicas transitadas e julgadas.
A mobilização da greve é nacional e teve início na segunda-feira, 6 de junho, a partir de deliberação nacional em Brasília pela Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras). Até o final da tarde de ontem 24 universidades brasileiras já haviam aderido ao movimento.