Nessa quinta-feira os presidentes dos Simteds e diretores da FETEMS acompanham uma exposição do professor Helder Molina, historiador, educador sindical, Professor da faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, assessor de formação da CUT/RJ e do SINDPD/RJ.
Pela manhã a programação envolveu a explanação sobre temas que envolvem o Estado, divisão da sociedade em classes, economia, elementos históricos do movimento sindical no Brasil e no mundo.
No período da tarde o professor Molina dividiu os participantes em quatro grupos.“Essa metodologia busca que cada um dos grupos trace metas e desafios sobre temas pré-determinados”
Os grupos devem traçar metas para a área de
Finanças,Administração,Patrimônio, Negociação salarial,Formação, Comunicação,Políticas educacionais,Especialistas, funcionários administrativos,Departamento jurídico, Previdência, Políticas Municipais,Gênero, Raça/Etnia, Políticas Sociais, Assentamento Rurais, Antirracismo e Aposentados.
Molina explica que após estabelecerem os desafios, cada grupo irá elaborar quais são as ações necessárias para implementar as idéias expostas.
Na opinião do professor Roberto Botarelli, presidente da FETEMS, o planejamento estratégico permite pensar nos desafios impostos pela atual conjuntura, além de traçar metas, ações, prazos e determinar responsabilidades para cada pessoa, distribuindo tarefas. “O planejamento é um dos primeiros passos para implantar uma gestão eficaz nos sindicatos e realizar um Planejamento anual que leve em conta as ações passadas e projete os passos futuros”, salienta.
O que é Planejamento Estratégico?
O Planejamento Estratégico é uma metodologia que permite estabelecer a direção a ser seguida pela organização, visando maior grau de interação com o ambiente.
O grau de interação entre uma organização e o ambiente, que pode ser positivo, neutro ou negativo, é variável dependendo do comportamento estratégico assumido pela organização perante o contexto ambiental.
De acordo com o autor, o Planejamento Estratégico é um instrumento administrativo que já é utilizado por várias empresas, dos mais variados portes, como meio de orientação dos rumos e das ações a serem executadas.
Essa ferramenta pode proporcionar diversos benefícios às organizações, como: encorajá-las a pensar sistematicamente no futuro e a melhorar as interações entre os executivos; forçá-las a obter e aplicar os recursos necessários ao alcance dos objetivos; fazer com que a equipe realize atividades consistentes em relação aos objetivos e procedimentos; proporcionar padrões de desempenho mais fáceis de controlar; adotar medidas corretivas caso o resultado da ação não seja satisfatório.
Na opinião do professor Roberto Botarelli, presidente da FETEMS, o planejamento estratégico permite pensar nos desafios impostos pela atual conjuntura, além de traçar metas, ações, prazos e determinar responsabilidades para cada pessoa, distribuindo tarefas. “O planejamento é um dos primeiros passos para implantar uma gestão eficaz nos sindicatos e realizar um Planejamento anual que leve em conta as ações passadas e projete os passos futuros”, salienta.
O que é Planejamento Estratégico?
O Planejamento Estratégico é uma metodologia que permite estabelecer a direção a ser seguida pela organização, visando maior grau de interação com o ambiente.
O grau de interação entre uma organização e o ambiente, que pode ser positivo, neutro ou negativo, é variável dependendo do comportamento estratégico assumido pela organização perante o contexto ambiental.
De acordo com o autor, o Planejamento Estratégico é um instrumento administrativo que já é utilizado por várias empresas, dos mais variados portes, como meio de orientação dos rumos e das ações a serem executadas.
Essa ferramenta pode proporcionar diversos benefícios às organizações, como: encorajá-las a pensar sistematicamente no futuro e a melhorar as interações entre os executivos; forçá-las a obter e aplicar os recursos necessários ao alcance dos objetivos; fazer com que a equipe realize atividades consistentes em relação aos objetivos e procedimentos; proporcionar padrões de desempenho mais fáceis de controlar; adotar medidas corretivas caso o resultado da ação não seja satisfatório.