Então disse ser parceiro da universidade e estar à vontade com isso, já que estava presente na implantação da UFGD, fez parte do grupo de “meia dúzia” de pessoas, entre elas Zonir Freitas Tetila, José Laerte Tetila, Wilson Biasotto e João Grandão, que queriam a criação da universidade e recebiam o escárnio dos que achavam que a inciativa era “conversa mole” e “lero lero” de político.
Lembrou de pelo menos três reuniões com os ministros da Educação da época, como Cristovão Buarque e Tarso Genro, para que o projeto avançasse e de três reuniões com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, no gabinete do Palácio do Planalto para que tratassem do assunto. Ainda ressaltou o esforço de toda bancada federal, pois o projeto passou pelo Congresso Nacional para que fossem criadas em 2005 as novas universidades federais.
Agora vendo a realidade do que representava a UFGD, uma das universidades mais importantes do Estado, reforçou que continua à disposição para que o sucesso seja ainda maior, para que a instituição continue a honrar o Estado e consiga se projetar cada vez mais no país.