Para que a medida seja atendida, Tetila encaminhou ofícios para a Secretaria de Educação Profissional e Tecnologia (Setec) do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e para o reitor do Instituto Federal de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS), Marcus Aurélius Stier Serpe.
O senador Delcídio do Amaral (PT) e o deputado federal, Antônio Carlos Biffi (PT) também foram acionados. Atualmente, a escola oferece o ensino básico, aliado a práticas agrícolas, zootécnicas (animais e plantas), comerciais e industriais.
Fundada em 1998, durante seus quase 13 anos de existência, a Esola já formou mais de 400 alunos no ensino fundamental, com habilitação voltada para atividades relacionadas ao meio rural, como horticultura, suinocultura, avicultura, bovinocultura, ovinocultura, piscicultura, cultivo de plantas medicinais e frutíferas, inseminação artificial, processamento e conservação de alimentos, produção de doces caseiros, medicamentos e produtos de higiene com plantas medicinais, entre outras.
Desde o ano passado, a Escola, em uma parceria com o Governo do Estado, passou a oferecer também o ensino médio integrado ao curso técnico em agropecuária. O curso é uma extensão da Escola Estadual Castro Alves, localizada na região central da cidade de Dourados, e é ministrado por professores da referida escola.
Atualmente, a escola atende 125 alunos matriculados no ensino fundamental e 35 no ensino médio, sendo 135 no regime de semi-internato e 25 no sistema interno. Os alunos são, em sua maioria, oriundos dos distritos douradenses e de outros municípios da circunvizinhança. Há alunos indígenas e filhos e filhas de assentados.