A UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) vai retomar, na próxima semana, os debates sobre a proposta de expansão da instituição, com a realização de seminários que terão a participação aberta à comunidade acadêmica e ao público em geral. Os encontros vão recomeçar no dia 23 de março, às 9 horas, no auditório da Unidade 2, com a presença do diretor de Programas e Bolsas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), professor Emídio Cantidio de Oliveira Filho.
Doutor em Ciências do Solo pela University of California, Davis, o professor foi Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-graduação e Reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, membro do Conselho Superior da Capes e do Conselho Técnico de Acompanhamento e Avaliação do INEP e vem na UFGD falar sobre ‘Pós-Graduação, Internacionalização e Inovação’.
Os seminários que debatem o futuro da UFGD tem como base o Programa de Expansão Acadêmica que prevê a ampliação de graduações e pós-graduações na Universidade em consonância com o PNE (Plano Nacional de Educação) do Governo brasileiro, que propõe avanços na Educação até 2020.
A instituição já apresentou a proposta de expansão ao Ministério da Educação e agora quer debater a importância de engajamento de todos no projeto. Na área do ensino, a meta é chegar até 2020 com um total de 81 cursos de graduação, entre eles presenciais e a distância, e 45 programas de pós-graduação, sendo 20 deles doutorado, transformando-se efetivamente em uma Universidade de grande porte e fortemente reconhecida dentro e fora do país.
De acordo com o reitor Damião Duque de Farias, isso envolverá investimentos em obras e equipamentos da ordem de R$ 220 milhões ao longo da expansão prevista, além da contratação de mais de 1.200 docentes e de 1.400 técnicos administrativos, caso a proposta seja aprovada em sua totalidade. Damião participou, esta semana, em Brasília, do Seminário “Internacionalização das Universidades Federais” promovido pela Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior).
Segundo ele, “o conhecimento científico universitário também é considerado um dos principais fatores de desenvolvimento das sociedades no século XXI e, sendo assim, o público universitário terá cada vez mais condições de favorecer a mudança qualitativa da cidade”.