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Acadêmica vai para Austrália pelo Ciência sem Fronteiras

17 de junho 2013 - 14h42 Por Redação Douranews
Acadêmica vai para Austrália pelo Ciência sem Fronteiras

O Ciência sem Fronteiras, programa do Governo Federal que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio, vai levar a estudante do 5º semestre de Nutrição da Unigran, Lucilene Couto Passos, aprovada vaga após análise da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), para a Austrália.

O Enem é um dos requisitos para a conquista da bolsa, além do  desempenho na graduação.

A primeira opção da estudante foi Portugal, mas devido ao grande número de aprovados, a bolsista irá para a Austrália. Lucilene explica que havia mais de nove mil qualificados para Portugal. Só que como nove mil são muitos alunos para alocar em um país só, eles fizeram a realocação. “Eu pude escolher entre Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Itália, França, Irlanda e Austrália, e escolhi a Austrália”, disse.

Lucilene Couto irá para a Flinders University, na cidade de Adelaide, na costa sul da Austrália. Os estudantes que optaram por Portugal não precisavam de proficiência na língua. Com a necessidade de remanejamento, os estudantes farão um curso de seis meses no país que escolheram. “Vou para a universidade para fazer o curso intensivo de inglês, após o curso farei um teste e dependendo da nota fico mais um ano fazendo graduação de Nutrição na universidade australiana”, esclarece a bolsista.

A coordenadora de Nutrição da Unigran, Rita de Cássia Mendes, está contente pela conquista da aluna. “É algo de muita felicidade, porque o Ciência sem Fronteiras representa uma possibilidade de crescimento tanto na área da pesquisa, como na própria área da nutrição. Ela está indo para uma instituição que trabalha muito a pesquisa dentro da área, tenho certeza que quando chegar, ela vai agregar conhecimento tanto para nós professores, como para os próprios colegas acadêmicos”, garante.

Segundo Rita, a aluna Lucilene sempre demonstrou vontade de atuar na área de pesquisa. “Ter no currículo dela essa participação no programa, ter essa parte do conhecimento, participar de programas de pesquisa, ter fluência no inglês, irá abrir portas para um mestrado e um doutorado, tudo isso irá engrandecer o currículo dela”, projeta a coordenadora.

A viagem está prevista para julho. “É uma oportunidade única que eu não devo perder, porque, a partir da minha experiência internacional, eu sei que isso vai afetar muito aqui no Brasil. Tanto é que esse programa é feito para o aluno voltar para o Brasil para trazer novas ideias, pesquisas e ajudar na melhora do país. Terei muito mais oportunidade de entrar na área de pesquisa que é o que eu realmente quero”, concluiu a acadêmica.