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MEC vai pagar R$ 400 para aluno de medicina testar Revalida

07 de agosto 2013 - 15h00 Por Redação Douranews
MEC vai pagar R$ 400 para aluno de medicina testar Revalida

O Ministério da Educação (MEC) vai pagar R$ 400 para os estudantes de medicina que participarem do pré-teste do Exame Nacional de Revalidação de Diploma Médico (Revalida), prova para reconhecer diplomas de formados em outros países que querem atuar no Brasil. O pré-teste será aplicado a alunos de último ano como forma de calibrar a prova. Os incentivos devem custar ao governo federal cerca de R$ 1,5 milhão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Como a participação é voluntária, havia a preocupação de baixa adesão - ou até mesmo boicote - ao pré-teste, o que não tornaria possível alcançar uma amostra significativa. Os pagamentos estão sendo informados em comunicados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação do exame, encaminhados aos coordenadores de cursos das instituições escolhidas para o Revalida. O pré-teste será aplicado a cerca de 4 mil alunos de 32 cursos de Medicina - 17 instituições privadas e 15 públicas. O exame será o mesmo dirigido aos candidatos diplomados no exterior, mas estudantes brasileiros só farão a parte teórica. As provas serão realizadas no dia 25 de agosto.

Entenda o 'Mais Médicos'
- Profissionais receberão bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa.
- As vagas serão oferecidas prioritariamente a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais.
- No caso do não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceitará candidaturas de estrangeiros. Eles não precisarão passar pela prova de revalidação do diploma
- O médico estrangeiro que vier ao Brasil deverá atuar na região indicada previamente pelo governo federal, seguindo a demanda dos municípios.
- Criação de 11,5 mil novas vagas de medicina em universidades federais e 12 mil de residência em todo o País, além da inclusão de um ciclo de dois anos na graduação em que os estudantes atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS).