Alunos do Ensino Médio de escolas públicas e técnicas poderão participar do programa de estágio como bolsistas oferecido pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Esses bolsistas vão participar de projetos de pesquisa e ações de extensão, sob a orientação de um professor da instituição.
Esta é uma oportunidade de o estudante do Ensino Médio conhecer a universidade, seus cursos de graduação e as áreas de pós-graduação. Além disso, o estudante ainda vai receber uma bolsa no valor mensal de R$ 100 por um período de 12 meses. As inscrições vão até o dia 30 de maio.
A ficha de inscrição está aqui
As bolsas são oferecidas pelo programa Pibic-EM (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Ensino Médio), financiado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico).
Jovens bolsistas
Luan Ramos da Silva é aluno do curso de Engenharia de Alimentos da UFGD. Atualmente, ele está em intercâmbio, na Universidade de Idaho, nos Estados Unidos. Quando fazia o Ensino Médio, Luan foi bolsista da UFGD.
“É uma boa oportunidade, porque eu pude me familiarizar com a universidade, conheci a realidade da graduação. Quando surgiu a vaga de bolsista, eu comecei a pensar qual curso eu queria fazer. Foi depois que eu entrei no Pibic que eu decidi que queria fazer um curso na UFGD, e escolhi aquele de que eu mais gostei”, disse.
Enquanto bolsista, Luan auxiliou a professora orientadora na coleta de dados em pesquisas da área de Agronomia, tendo contato com professores, estudantes de graduação, mestrado e doutorado. Ele ainda participou da organização de eventos como o Workshop de Plantas Medicinais, entre outras atividades.
“Graças a minha participação no Pibic-EM, quando entrei na faculdade já comecei a correr atrás de algum projeto ou de participar de algum programa no meu curso. Dessa forma, já recebi bolsa permanência, participei do Programa de Iniciação Científica como voluntário, depois passei a receber bolsa de Iniciação Científica e bolsa em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação [pelo programa Pibiti] e agora estou no Ciência Sem Fronteira”, afirmou o estudante.