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Educação indígena e ambiental é discutida sob âmbito das diferenças

30 de abril 2014 - 17h49 Por Redação Douranews
Educação indígena e ambiental é discutida sob âmbito das diferenças

Relatos dos educadores presentes nas formações dos projetos “Outras Histórias… Culturas Afro-brasileiras e Indígenas” e “Educação Ambiental”, da Editora Alvorada, revelam que os temas são muito necessários em sala de aula. O evento reuniu 185 pessoas na terça-feira (29), no auditório da Prefeitura de Dourados, onde foi discutido novas formas de levar esses ensinos às salas de aula.

“Educação de inclusão que ensine sobre a diversidade da cultura brasileira e do ser brasileiro. Esse é objetivo que nós queremos hoje aqui, com esses livros”, ressalta Mariolinda Rosa Romera Ferraz, diretora do Departamento de Ensino na Secretaria municipal de Educação. Para ela, o ensino das diversas culturas presentes na sociedade brasileira é uma oportunidade de mostrar aos alunos suas próprias raízes, além de promover as diferenças do outro. O assunto foi o primeiro a ser tratado, durante a manhã e durou cerca de quatro horas.

Já para Maria do Carmo de Sousa, coordenadora de projetos étnico-raciais na Secretaria de Educação, esse é um assunto essencial para a boa convivência entre todos na escola e fora dela. “Nós precisamos ensinar que existe o outro e que essa pessoa tem uma história acima de tudo e de todas as diferenças. É um trabalho de inclusão que vai diminuir distâncias e gerar mais igualdade”, acredita. “Vamos desfazer conceitos preconceituosos que estão arraigados na história”, completa a professora Andréia dos Santos Oliveira Coelho Vanzin, professora do Ensino Médio.

Durante a tarde a pauta foi a Educação Ambiental. Onde os professores participaram de atividades didáticas que servem como referência para uma futura prática em sala de aula. “É muito rico tudo isso que está acontecendo. Este momento traz para eles (professores) muitas outras idéias e isso é muito legal. As dinâmicas fazem o professor lembrar-se de quem ele é e resgata a motivação para estar em sala de aula”, relata Leila Tatiana Garcia, professora formadora de Ciências.

“Precisamos promover a sustentabilidade. Temos que ser inteligente no sentido de que é preciso raciocinar sobre nossos consumos, o que compramos e o que descartamos. Devemos pensar nisso com muita cautela e levar os alunos a refletir também”, finaliza a coordenadora Mariolinda.